Padre Antônio Vieira (1606 - 1697)
Um dos maiores escritores da língua portuguesa
Um dos maiores oradores europeus
Envolvimento com a política
15 volumes de sermões
Principais Características de sua Obra
Temas retirados do cotidiano
Ponto de partida: texto da Bíblia
Defesa das idéias contra-reformistas
Pontos mais polêmicos: defesa do índio, profetismo sebastianista, defesa dos cristãos-novos
Utilização da linguagem como meio (conceptismo)
Principais sermões: Sermão pelo bom sucesso das armas de Portugal contra as da Holanda, Sermão de Santo Antônio aos peixes, Sermão da Sexagésima, Sermão do Mandato, etc.
terça-feira, 4 de maio de 2010
Resumo: Barroco
Contexto histórico
Século XVI - Seiscentismo
Reforma Protestante
Contra-Reforma
Inquisição
Companhia de Jesus
União Ibérica em Portugal
Restauração Portuguesa em 1640
Incremento da política de colonização (engenhos de cana-de-açúcar na Bahia)
Marcos do Barroco
Portugal - 1580 - Domínio espanhol/ 1640 - Restauração portuguesa
Brasil - 1601 - Prosopopéia de Bento Teixeira / Obras, de Cláudio Manuel da Costa
Características
Contradição - princípio básico
Materialidade X Espiritualidade
Cultismo
Conceptismo
Religiosidade medieval
Angústia existencial
Pessimismo
Rebuscamento da linguagem
Século XVI - Seiscentismo
Reforma Protestante
Contra-Reforma
Inquisição
Companhia de Jesus
União Ibérica em Portugal
Restauração Portuguesa em 1640
Incremento da política de colonização (engenhos de cana-de-açúcar na Bahia)
Marcos do Barroco
Portugal - 1580 - Domínio espanhol/ 1640 - Restauração portuguesa
Brasil - 1601 - Prosopopéia de Bento Teixeira / Obras, de Cláudio Manuel da Costa
Características
Contradição - princípio básico
Materialidade X Espiritualidade
Cultismo
Conceptismo
Religiosidade medieval
Angústia existencial
Pessimismo
Rebuscamento da linguagem
terça-feira, 20 de abril de 2010
Arte: como e com que olhos devemos olhar para ela?
Pessoal, estou postando esse artigo que escrevi há algum tempo porque acho que pode nos ajudar a parar pra pensar sobre qual é a nossa relação, não só com a Literatura (o que nos interessa aqui), mas com a arte em geral. Por isso, leiam, comentem...
Vamos discutir a respeito.
Bons Estudos!
“Não sei bem o que dizer... Talvez por não ser da área de Humanas, eu não tenha elementos para emitir uma opinião ou interpretar essa obra...” Foi isso o que disse, certa vez, um estudante universitário quando perguntado sobre o que achava de uma obra de arte.
Ora, qual seria a vantagem de pessoas da área de Humanas nessa questão? É exclusividade de alguma área específica voltar o olhar para uma obra de arte, seja qual for sua modalidade? O que é preciso ter para saber olhar a arte em geral? Existe um curso para isso? Como e com que olhos a arte deve ser olhada?
Essas são apenas algumas das questões levantadas usualmente nos questionamentos a respeito da arte. Mas não nos assustemos, isso não é o bicho de sete cabeças que parece à princípio. Que tal pensar um pouco sobre isso?
É claro que há pessoas que se dedicam em tempo integral a estudar esses liames salgados que se colocaram nas questões levantadas acima: a retaguarda teórica que elas levam em conta é vasta e sempre dá muito pano para manga. Mas o que precisa ficar claro aqui é o seguinte: não há um grupo específico e seleto de pessoas que têm a permissão de olhar para uma obra de arte e julga-la. Todos nós, como seres humanos que somos, podemos sim fazer isso, porque uma obra de arte, de um modo ou de outro, sempre nos diz algo, ainda que seja um curto e grosso não estou dizendo nada.
Maravilhados ou perplexos, satisfeitos ou enojados, comovidos ou chocados, apaixonados ou indiferentes sempre ficamos, de algum modo, quando nos deparamos com uma obra de arte, seja ela uma pintura, uma escultura, um livro, ou outra modalidade artística. Até mesmo no caso da indiferença temos algo a dizer: não vi nada de mais nisso, e daí, não fez diferença nenhuma em minha vida, etc. Se é assim, então por que motivo dizer que, por não ter determinados conhecimentos, não se tem elementos para olhar a arte?
Na perseguição dessa resposta – que certamente não vai aparecer respondida, pronta e acabada, do nada – uma coisa é certa: qualquer um é capaz de exprimir o que pensa de uma obra e ninguém pode dizer que não seja assim. Isso porque a opinião formada a respeito pertence a quem a emitiu e, se foi formada assim, é porque houve motivos para tanto. Claro que é possível conversar sobre o que fundamenta essa opinião ou até confrontar perspectivas diferentes, mas nunca seria possível dizer que uma opinião está ou não errada, ela é um juízo pessoal.
Afinal, quando temos contato com uma obra de arte, ela nos diz algo, de alguma maneira ou pode, mesmo, não dizer nada. E agora: alguém pode dizer que a impressão causada está errada? Ora, ela provém do meu contato com a obra, e não há regra determinada que diga o que se deve ou não sentir, nem de que maneira. É por isso que, de um certo ponto de vista, podemos dizer, por exemplo que há tantos livros quanto são os seus leitores, já que cada um o lerá de modo diferente. Isso significa que todos tem, sim, elementos para dizer o que pensam de uma obra de arte, e não é preciso ser da área de Humanas para ser capaz de fazer isso.
Não podemos esquecer, contudo, que quanto mais vamos tendo contato com esse universo fantástico, mais vamos formando nossos próprios critérios a partir da bagagem que vamos constituindo. Mas como ninguém nasce pronto, até mesmo aqueles que demonstram grande traquejo quanto se trata do tema tiveram de começar por algum lugar. É ponto para a democracia da sensibilidade artística.
Em resumo, o que precisa ficar disso tudo é o seguinte: a apreciação da arte é patrimônio de todos. A dimensão artística é inerente ao ser humano, e ninguém precisa necessariamente fazer arte para ser capaz de sentir algo a partir dela. Combinemos o seguinte: se perguntarem com que olhos se deve olhar a arte, respondamos, simplesmente, “com os seus“.
Alguns procuram entender o que motivou uma obra, outros procuram harmonia; uns querem suavidade e leveza; outros, ousadia e provocação - até mesmo o grotesco. O fato é que, seja como for, nossa sensibilidade não deve ser subestimada, ao contrário, é preciso exercita-la, usa-la, porque não se paga imposto por isso.
Ana Pismel
Publicado no sote recanto das Letras
20/10/20009
Vamos discutir a respeito.
Bons Estudos!
“Não sei bem o que dizer... Talvez por não ser da área de Humanas, eu não tenha elementos para emitir uma opinião ou interpretar essa obra...” Foi isso o que disse, certa vez, um estudante universitário quando perguntado sobre o que achava de uma obra de arte.
Ora, qual seria a vantagem de pessoas da área de Humanas nessa questão? É exclusividade de alguma área específica voltar o olhar para uma obra de arte, seja qual for sua modalidade? O que é preciso ter para saber olhar a arte em geral? Existe um curso para isso? Como e com que olhos a arte deve ser olhada?
Essas são apenas algumas das questões levantadas usualmente nos questionamentos a respeito da arte. Mas não nos assustemos, isso não é o bicho de sete cabeças que parece à princípio. Que tal pensar um pouco sobre isso?
É claro que há pessoas que se dedicam em tempo integral a estudar esses liames salgados que se colocaram nas questões levantadas acima: a retaguarda teórica que elas levam em conta é vasta e sempre dá muito pano para manga. Mas o que precisa ficar claro aqui é o seguinte: não há um grupo específico e seleto de pessoas que têm a permissão de olhar para uma obra de arte e julga-la. Todos nós, como seres humanos que somos, podemos sim fazer isso, porque uma obra de arte, de um modo ou de outro, sempre nos diz algo, ainda que seja um curto e grosso não estou dizendo nada.
Maravilhados ou perplexos, satisfeitos ou enojados, comovidos ou chocados, apaixonados ou indiferentes sempre ficamos, de algum modo, quando nos deparamos com uma obra de arte, seja ela uma pintura, uma escultura, um livro, ou outra modalidade artística. Até mesmo no caso da indiferença temos algo a dizer: não vi nada de mais nisso, e daí, não fez diferença nenhuma em minha vida, etc. Se é assim, então por que motivo dizer que, por não ter determinados conhecimentos, não se tem elementos para olhar a arte?
Na perseguição dessa resposta – que certamente não vai aparecer respondida, pronta e acabada, do nada – uma coisa é certa: qualquer um é capaz de exprimir o que pensa de uma obra e ninguém pode dizer que não seja assim. Isso porque a opinião formada a respeito pertence a quem a emitiu e, se foi formada assim, é porque houve motivos para tanto. Claro que é possível conversar sobre o que fundamenta essa opinião ou até confrontar perspectivas diferentes, mas nunca seria possível dizer que uma opinião está ou não errada, ela é um juízo pessoal.
Afinal, quando temos contato com uma obra de arte, ela nos diz algo, de alguma maneira ou pode, mesmo, não dizer nada. E agora: alguém pode dizer que a impressão causada está errada? Ora, ela provém do meu contato com a obra, e não há regra determinada que diga o que se deve ou não sentir, nem de que maneira. É por isso que, de um certo ponto de vista, podemos dizer, por exemplo que há tantos livros quanto são os seus leitores, já que cada um o lerá de modo diferente. Isso significa que todos tem, sim, elementos para dizer o que pensam de uma obra de arte, e não é preciso ser da área de Humanas para ser capaz de fazer isso.
Não podemos esquecer, contudo, que quanto mais vamos tendo contato com esse universo fantástico, mais vamos formando nossos próprios critérios a partir da bagagem que vamos constituindo. Mas como ninguém nasce pronto, até mesmo aqueles que demonstram grande traquejo quanto se trata do tema tiveram de começar por algum lugar. É ponto para a democracia da sensibilidade artística.
Em resumo, o que precisa ficar disso tudo é o seguinte: a apreciação da arte é patrimônio de todos. A dimensão artística é inerente ao ser humano, e ninguém precisa necessariamente fazer arte para ser capaz de sentir algo a partir dela. Combinemos o seguinte: se perguntarem com que olhos se deve olhar a arte, respondamos, simplesmente, “com os seus“.
Alguns procuram entender o que motivou uma obra, outros procuram harmonia; uns querem suavidade e leveza; outros, ousadia e provocação - até mesmo o grotesco. O fato é que, seja como for, nossa sensibilidade não deve ser subestimada, ao contrário, é preciso exercita-la, usa-la, porque não se paga imposto por isso.
Ana Pismel
Publicado no sote recanto das Letras
20/10/20009
O teatro de Gil Vicente - Resumo
Primeira obra - O Monólogo do vaqueiro ou Auto da Visitação (1502) - Homenagem ao nascimento do futuro D. João III
Última obra - Floresta dos enganos (1536)
Considerado o criador do teatro português, com uma produção de 44 peças (17 em português; 11 em castelhano e 16 bilíngues)
Influência de Juan del Encina
Ridendo castigat mores (Rindo, castigam-se os costumes)
Postura crítica, satírica e moralista
Simplicidade na cenografia e na linguagem
Caráter alegórico de suas produções
Peças mais conhecidas: Trilogia das Barcas (Inferno, Purgatório, Paraíso ou Glória), Farsa de Inês Pereira, Auto da Índia, O Velho da horta, etc.
Fonte: material didático OSE_COC.
Última obra - Floresta dos enganos (1536)
Considerado o criador do teatro português, com uma produção de 44 peças (17 em português; 11 em castelhano e 16 bilíngues)
Influência de Juan del Encina
Ridendo castigat mores (Rindo, castigam-se os costumes)
Postura crítica, satírica e moralista
Simplicidade na cenografia e na linguagem
Caráter alegórico de suas produções
Peças mais conhecidas: Trilogia das Barcas (Inferno, Purgatório, Paraíso ou Glória), Farsa de Inês Pereira, Auto da Índia, O Velho da horta, etc.
Fonte: material didático OSE_COC.
Classicismo: Resumo
Contexto Histórico geral
Berço do Renascimento (Classicismo) - Itália (século XV)
Contribuição da Imprensa na divulgação do movimento
Predomínio do ensino laico
Demucratização da cultura
Racionalismo (desenvolvimento científico)
Antropocentrismo
Contexto Histórico Português
1527 - Volta de Sá de Miranda da Itália / 1680 - Dominação Espenhola
"Estilo novo"
Dinastia de Avis
Grandes navegações
Fixação da língua portuguesa
Caracterização
Influência da cultura greco-latina e seus modelos
Racionalismo
Equilíbrio
Mitologia
Teoria aristotélica do homem natural
Universalismo
Antropocentrismo
Clareza
Berço do Renascimento (Classicismo) - Itália (século XV)
Contribuição da Imprensa na divulgação do movimento
Predomínio do ensino laico
Demucratização da cultura
Racionalismo (desenvolvimento científico)
Antropocentrismo
Contexto Histórico Português
1527 - Volta de Sá de Miranda da Itália / 1680 - Dominação Espenhola
"Estilo novo"
Dinastia de Avis
Grandes navegações
Fixação da língua portuguesa
Caracterização
Influência da cultura greco-latina e seus modelos
Racionalismo
Equilíbrio
Mitologia
Teoria aristotélica do homem natural
Universalismo
Antropocentrismo
Clareza
Humanismo: Resumo
Contexto Histórico
Humanistas
Mecenas
Desenvolvimento social, político e econômico
Expancionismo
Imprensa
Teocentrosmo/Antropocentrismo
A Prosa de Fernão Lopes
Melhor prosador portugês medieval
Atitude científica como historiador História = ação da elite + ação popular
Estilo simples
Principais crônicas:
Crônica del-Rei D. Pedro I
Crônica del-Rei D. Fernando
Crônica de El-Rei D. João
Outros Cronistas
Gomes Eanes Zurara
Rui de Pina
Prosa doutrinária
Transmissão de ensinamentos
Poesia Palaciana
Conteúdo limitado
Realidades palacianas
Menir idealização da mulher
Desvilculação da música
Cancioneiro Geral - Garcia de Resende
Fonte: material didático OSE-COC
Humanistas
Mecenas
Desenvolvimento social, político e econômico
Expancionismo
Imprensa
Teocentrosmo/Antropocentrismo
A Prosa de Fernão Lopes
Melhor prosador portugês medieval
Atitude científica como historiador História = ação da elite + ação popular
Estilo simples
Principais crônicas:
Crônica del-Rei D. Pedro I
Crônica del-Rei D. Fernando
Crônica de El-Rei D. João
Outros Cronistas
Gomes Eanes Zurara
Rui de Pina
Prosa doutrinária
Transmissão de ensinamentos
Poesia Palaciana
Conteúdo limitado
Realidades palacianas
Menir idealização da mulher
Desvilculação da música
Cancioneiro Geral - Garcia de Resende
Fonte: material didático OSE-COC
Resumo: Trovadorismo
Trovadorismo - Cantigas
1189/1198 - Publicação da cantiga "A Ribeirinha", de Paio Soares de Taveirós
1418 - Fernão Lopes é nomeado Guarda-Mor da Torre do Tombo
Contexto Histórico
Influência marcante da cultura provençal
Período mais fértil: século XIII ai início do século XVI
Características
Íntima ligação com a música
Cantigas Líricas
1. Cantigas de Amor
Eu-Lírico masculino
Amor cortês
Sofrimento amoroso masculino (coita)
Origem nobre
2. Cantiga de Amigo
Eu-Lírico feminino
Tom confidencial
Conotação erótica
Origem popular
Cantigas Satíricas
1. Cantiga de Escárnio
Sátira Indireta
Linguagem não vulgar
2. Cantiga de Maldizer
Sátira direta
Vocabulário chulo
Cancioneiros
Cancioneiro da Ajuda
Cancioneiro da Biblioteca vaticana
Cancioneiro da Biblioteca Nacional (Colocci-Brancutti)
Principais Artistas
Trovador
Jogral
Segrel
Menestrel
Principais Autores
D. Dinis
João Garcia de Guilhade
Martim Codax
Paio Soares de Taveirós
Fonte: maretial didático OSE-COC de ensino.
1189/1198 - Publicação da cantiga "A Ribeirinha", de Paio Soares de Taveirós
1418 - Fernão Lopes é nomeado Guarda-Mor da Torre do Tombo
Contexto Histórico
Influência marcante da cultura provençal
Período mais fértil: século XIII ai início do século XVI
Características
Íntima ligação com a música
Cantigas Líricas
1. Cantigas de Amor
Eu-Lírico masculino
Amor cortês
Sofrimento amoroso masculino (coita)
Origem nobre
2. Cantiga de Amigo
Eu-Lírico feminino
Tom confidencial
Conotação erótica
Origem popular
Cantigas Satíricas
1. Cantiga de Escárnio
Sátira Indireta
Linguagem não vulgar
2. Cantiga de Maldizer
Sátira direta
Vocabulário chulo
Cancioneiros
Cancioneiro da Ajuda
Cancioneiro da Biblioteca vaticana
Cancioneiro da Biblioteca Nacional (Colocci-Brancutti)
Principais Artistas
Trovador
Jogral
Segrel
Menestrel
Principais Autores
D. Dinis
João Garcia de Guilhade
Martim Codax
Paio Soares de Taveirós
Fonte: maretial didático OSE-COC de ensino.
segunda-feira, 12 de abril de 2010
Reposição de Aula
Olá, pessoal, tudo bem?
Como vocês devem ter percebido, não pude ir à última aula, do dia 10, por conta de uma irritação forte na garganta, que me deixou com a voz estragada. Mas no dia 17 agora, de Abril, pretendo repor os conteúdos e deixar nossa programação em dia. Para isso, conto com a permanência de vocês por mais uma hora e meia, mais ou menos, após o tempo normal de aula.
O professor Saulo ja avisou a respeito, mas venho confirmar a reposição, para o bem dos nossos estudos.
Espero vocês lá, combinado?
Grande abraço e bons estudos!
Ana
Como vocês devem ter percebido, não pude ir à última aula, do dia 10, por conta de uma irritação forte na garganta, que me deixou com a voz estragada. Mas no dia 17 agora, de Abril, pretendo repor os conteúdos e deixar nossa programação em dia. Para isso, conto com a permanência de vocês por mais uma hora e meia, mais ou menos, após o tempo normal de aula.
O professor Saulo ja avisou a respeito, mas venho confirmar a reposição, para o bem dos nossos estudos.
Espero vocês lá, combinado?
Grande abraço e bons estudos!
Ana
quarta-feira, 17 de março de 2010
Outro Cancioneiro pra vocês conferirem.
Oi, pessoal, tudo bem?
Primriramente, queria dizer que nossa primeira aula foi muito legal, acho que vamos fazer um ótimo trabalho esse ano.
Como eu tinha dito, aqui vai um outro CD, que vocês podem baixar no blog cujo link vai abaixo. É um trabalho com músicas da época que estamos estudando, e acho que vocês vão gostar tanto quanto eu.
El Cancionero de la Colombina
Até a próxima aula/postagem,
Ana
sexta-feira, 12 de março de 2010
Jordi Savall - El Cancionero de Montecassino
Oi, pessoal!
caso alguém tenha interesse em ouvir canções semelhantes àquelas que estamos vendo nas aulas, as dos Trovadores, essa é uma boa dica, está disponível para baixar:
El Cancionero de Montecassino
Até mais ver!
Ana
caso alguém tenha interesse em ouvir canções semelhantes àquelas que estamos vendo nas aulas, as dos Trovadores, essa é uma boa dica, está disponível para baixar:
El Cancionero de Montecassino
Até mais ver!
Ana
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